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Gravuras do Itaú Cultural foram roubadas da Biblioteca Nacional

Publicado em 05/04/2018
Fonte: O Globo

Perícia confirma suspeita de que obras saíram da instituição carioca em 2004

Um detalhado trabalho de iconografia, observação e comparação que durou seis dias comprovou: as oito litogravuras de Emil Bauch (1823-1874) que estavam no acervo do Itaú Cultural desde 2005 são as mesmas que tinham sido furtadas da Biblioteca Nacional por Laéssio Rodrigues de Oliveira, em 2004. A desconfiança — levantada a partir de cartas do próprio ladrão, que escreveu inclusive para a instituição carioca contando seu feito — fez com que o diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron, trouxesse pessoalmente as obras para serem periciadas na biblioteca, onde está o álbum de onde elas foram retiradas. O resultado foi divulgado ontem:

— Conseguimos concluir com 100% de certeza que se tratam das mesmas obras, todas tombadas desde a época da aquisição, em 1942, de um inglês dono de uma livraria — garantiu Joaquim Marçal, perito judicial e pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional, que coordenou o trabalho de quatro técnicos.

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