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Exposição integra a arte às memórias olfativas

Publicado em 12/04/2018
Fonte: Jornal da USP

Cheiros de perfumes, vinhos, flores, pimenta se espalham pelo espaço entre estilhaços de vidros. Os aromas se misturam e, sob o som forte de algo se quebrando, levam o espectador às suas próprias histórias, remetem à fragilidade dos sonhos. É essa conexão com a memória olfativa que a mostra Diário de Cheiros – Teto de vidro, da artista Josely Carvalho, brasileira radicada em Nova York, propõe no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.

“Os diversos cheiros nos remetem às lembranças”, explica Josely. “O olfato é o meio para resgatar a memória individual e coletiva.” A artista apresenta sua obra integrada pela gravura, pintura, vídeo, fotografia e sons, que aguçam a percepção do público mesclando o virtual e o real. A mostra se divide em duas instalações. Na primeira, chamada Estilhaços, há taças de vinho quebradas que, segundo a artista, se traduzem em seis memórias olfativas – prazer, ilusão, persistência, vazio, ausência e afeto -, definidas por escritores convidados por Josely em breves legendas poéticas. A artista também espalha entre os cacos os seus textos com reflexões sobre a arte e vida.

“O vidro intacto não esconde segredos, porém seus cacos guardam confidências.”

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