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Claudio Mubarac imprime a poética do gesto na arte

Publicado em 24/04/2018
Fonte: Jornal da USP

A paisagem em aquarela com uma série de nove desenhos abre a exposição individual de Claudio Mubarac. São fragmentos da passagem do ser pelos caminhos da arte. Nas imagens das pétalas de uma flor, de ossos, sementes, insetos ou de respingos de tinta, o artista e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP parece resgatar as primeiras impressões do gesto da pintura.

O título da exposição, Anatomias de Abril, revela essa busca orgânica de um outro tempo. “A etimologia da palavra ‘abril’ remonta a duas acepções: aprillis, abrir/germinar, e aprus, nome etrusco da deusa do amor e da beleza, Vênus”, explica Mubarac. No espaço amplo da Face Gabinete de Arte, o espectador caminha por aquarelas, gravuras e telas. São 30 obras em plena harmonia.

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