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A melodia de Frida Kahlo e Samico

Publicado em 28/09/2017
Fonte: Tribunaldonorte.com.br

Numa graciosa tarde de domingo, Gilvan Samico nos confessou que o sonho é tão palpável como a conta da padaria. Depois concluiu: "O sonho e a poesia permanecem porque o homem, os países, as guerras, os planetas desaparecem enquanto o sonho e a poesia se perpetuam por representar a nossa incessante busca por conhecimento, liberdade e esperança".

As gravuras do Samico expostas nas paredes de sua casa descortinam um espetáculo de comunhão. A onça pintada, o barco de madeira, os pássaros de asas translúcidas, o bicho homem, as estrelas, o dia, a noite e a despudorada fantasia formam um majestoso moinho a girar um Brasil harmônico e alegremente colorido, apesar do preto e o branco serem preponderantes nas obras do artista. Não resisti e soltei um espontâneo suspiro, "sinto-me como num sonho cor-de-rosa". A risadagem foi geral. Então ficamos todos em paz, convictos que Antonio Machado disse tudo quando escreveu que "se conta uma viva historia, contando sua melodia."

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