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Mostras de gravura integram programação de festival no MAM

Publicado em 17/10/2017
Fonte: O Globo

Quando começou a enxergar o mundo duplicado por causa de um problema na retina, Mateu Velasco sofreu um baque (“Foi muito rápido!”, diz). Em apenas uma semana, o artista passou a perceber tudo à sua volta desta maneira e, até que o problema fosse resolvido, foram cerca de três meses. Nesse meio tempo, ele encontrou na própria arte uma maneira de se relacionar com o que passou a existir diante de sua vista.

Ao viver uma situação dessas, você entende que não desenha com as mãos ou os olhos, mas com a cabeça e a forma como enxerga as coisas — descreve ele. — Em vez de me limitar, acabou me abrindo outras possibilidades.

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