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Coletiva reúne a produção de alunos e mestres da Oficina de Gravura do Ingá

Publicado em 28/11/2017
Fonte: O Globo

Grupo completou 40 anos e teve papel relevante na formação da Geração 80

Aos 88 anos, Anna Letycia já perdeu as contas de quantos artistas formou na Oficina de Gravura do Ingá, montada por ela em 1977, no Museu do Ingá, em Niterói. Uma das maiores gravadoras do país, Anna desempenhou um papel importante para a chamada Geração 80, criando um polo cultural e de troca de experiências, ao lado do Parque Lage e das oficinas do MAM. Essa história será retomada a partir do dia 25, no próprio Museu do Ingá, com a abertura da coletiva “Experimentação e método”, que celebra os 40 anos da oficina. A curadoria, assinada por Marcus Lontra e Viviane Matesco, reúne 100 obras de 50 artistas, incluindo a própria Anna e professores do local que se destacaram em outros meios, como Alair Gomes, Aluísio Carvão, Rubem Grilo e Ronaldo do Rego Macedo, além de alunos que despontaram nos anos 1980, a exemplo de Analu Cunha, Fernando Lopes, Chang Chi Chai e Beatriz Pimenta.

— Dei aula até uns cinco anos atrás, hoje fica mais difícil. Mas ainda gosto de ir, ver os alunos, as pessoas que trabalham no ateliê. Tem uma garotada que se interessa, que mistura a gravura com outras técnicas — conta Anna, que continua produzindo, mesmo longe das prensas. — A gravura dá mais trabalho, mas continuo me dedicando à pintura, às colagens. O hábito que você adquire no ateliê é difícil de perder.

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